O SEBRAE-AL SEMPRE JUNTO DO PEQUENO EMPRESÁRIO DA CULTURA - É UM DOS PATROCINADORES DA VI FLIMAR - MARECHAL DEODORO - 11 A 15 DE NOVEMBRO 2015.
sábado, 15 de agosto de 2015
UMA DAS MELHORES PALESTRAS DA VI FLIMAR
A PALESTRA DE COROAMENTO DA VI FLIMAR - MARECHAL DEODORO ( 11 A 15 NOV) - IGNÁCIO LOYOLA CONTA SOBRE MÚSICA E SUA FILHA RITA CANTA E ENCANTA
DIA 14 DE NOVEMBRO ( Sábado)
AUDITÓRIO DO ESPAÇO CULTURAL
PROGRAMAÇÃO PALESTRAS
AUDITÓRIO DO ESPAÇO CULTURAL
PROGRAMAÇÃO PALESTRAS
15:00 - 16:00 - "LITERATURA E MUSICA; MISTERIOS E ENIGMAS DA VIDA. Quase memórias de Loyola Brandão contadas e cantadas"- IGNÁCIO LOYOLA BRANDÃO, RITA GULLO acompanhamento EDMILSON CAPELUCE
A MAIS NOVA DAS PALESTRANTES DA VI FLIMAR - A JORNALISTA LARISSA NORMANDE.
IMPERDÍVEL NA VI FLIMAR PALESTRA DA JOVEM JORNALISTA LARISSA NORMANDE SOBRE ALAGOAS DURANTE A II GUERRA MUNDIAL
DIA 12 DE NOVEMBRO ( QUINTA-FEIRA)
AUDITÓRIO DO IFAL ( EX ESCOLA TÉCNICA)
DIA 12 DE NOVEMBRO ( QUINTA-FEIRA)
AUDITÓRIO DO IFAL ( EX ESCOLA TÉCNICA)
14:45 - 15:30- Palestra - "Do lado de cá. Memórias de Maceió durante a Segunda Guerra Mundial." - Larissa Normande
Larissa Normande -
É jornalista, formada pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL), com especialização em Jornalismo Internacional pela PUC-SP. Alagoana nascida em Maceió, morou por dois anos nos Estados Unidos, o que despertou o interesse por assuntos referentes às relações entre os dois países, como a Segunda Guerra Mundial. “Do lado de cá: Memórias de Maceió durante a Segunda Guerra Mundial” é seu primeiro livro, fruto de entrevistas e pesquisas feitas sobre o período histórico que modificou o cotidiano da população e trouxe grande contribuição para o desenvolvimento da cidade.
É jornalista, formada pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL), com especialização em Jornalismo Internacional pela PUC-SP. Alagoana nascida em Maceió, morou por dois anos nos Estados Unidos, o que despertou o interesse por assuntos referentes às relações entre os dois países, como a Segunda Guerra Mundial. “Do lado de cá: Memórias de Maceió durante a Segunda Guerra Mundial” é seu primeiro livro, fruto de entrevistas e pesquisas feitas sobre o período histórico que modificou o cotidiano da população e trouxe grande contribuição para o desenvolvimento da cidade.
PROGRAMAÇÃO VI FLIMAR - SÁBADO DIA 14 - 09:00 ás 10:20
GISELE FERREIRA - FLÁVIA CÉLIA SOUZA - ROSANA MONT'ALVERNE - OVÍDIO POLI JÚNIOR - CARLITO LIMA
UMA MESA IMPERDÍVEL DA VI FLIMAR
DIA 14 DE NOVEMBRO ( Sábado)
AUDITÓRIO DO ESPAÇO CULTURAL
AUDITÓRIO DO ESPAÇO CULTURAL
09:00 - 10:20 - "MESA DE DEBATE - É HORA DE AVALIAR AS FESTAS LITERÁRIAS?" - GISELE CORREA FERREIRA ( FLIPOÇOS - POÇOS DE CALDAS) - ROSANA MONTALVERNE NETO (CÂMARA DO LIVRO DE MINAS GERAIS) - FLÁVIA CÉLIA SOUZA (SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO DE MARECHAL DEODORO - FLIMARZINHA) - OVÍDIO POLI JÚNIOR ( FLIP - PARATY) - MEDIADOR: CARLITO LIMA ( FLIMAR - MARECHAL DEODORO)
quinta-feira, 13 de agosto de 2015
HISTÓRIAS DO VELHO CAPITA - Carlito Lima - Curador da VI FLIMAR
AS MARIPOSAS TAMBÉM
AMAM
Nos anos dourados, geração bossa nova, o jovem se envolvia em diversos relacionamentos amorosos. Primeiramente o romântico, quase platônico namoro de mãos dadas passeando na calçada, virgindade (da moça) preservada, só ultrapassava o permitido depois do noivado. Moças casadoiras, namoro até 10 da noite, apenas beijos e abraços excitantes.
Depois do amasso com a namoradinha,
normalmente o jovem frequentava os cabarés para o descarrego, extravasar seus
instintos com as raparigas. Cada qual tinha sua preferência, sua namorada, seu
xodó na zona.
Bem
diferente da juventude de hoje, quando a virgindade e a hipocrisia foram
banidas, jovens namorados transam sem remorso, sem pecado.
Pelos motivos sociológicos e
preconceituosos, a mocidade antiga visitava os cabarés constantemente, nem que
fosse para beber uma cerveja ou dançar no bordel com as mariposas do amor.
No bairro boêmio de Jaraguá existiam três
classes de profissionais, de acordo com o local de trabalho. Nos belos casarões
da Rua Sá e Albuquerque ficavam hospedadas as mais procuradas, jovens
prostitutas, muitas importadas da Bahia, Pernambuco, outras vindas do sertão
alagoano, da zona da mata, aonde o êxodo rural enxotava a população por falta
de uma política de fixação no campo.
As moças chegavam à capital cheias
de ilusão. Se não conseguissem vaga de empregada doméstica nas casas de
família, terminavam nos cabarés. Ao tornarem-se mais velhas, mais usadas, se
transferiam para a ZBM, Zona do Baixo Meretrício, o Duque de Caxias e o Verde,
nas imediações da Federação da Agricultura. Quando se tornavam cansadas de
guerra e de cruzes, findavam no Sovaco do Urubu, última degradação da
prostituição, perto do Centro de Convenções. Dali a maioria das mariposas do
amor, como chamava o poeta, acabava no cemitério.
Muitas histórias se perderam nas
noitadas dos cabarés de Jaraguá. Gente famosa, deputados, senadores, coronéis, capitães,
boêmios, escritores, subiram as íngremes escadas daqueles casarões em busca de
aventuras amorosas. Naquela época rapariga tinha namorado, muitas vezes se
apaixonava, como também alguns homens tiveram grande paixão por prostitutas
bonitas, como Fatinha Baiana, passou muito tempo faturando sua beleza, deixou
homens empolgados, apaixonados.
Certa noite na Boate Tabaris
apareceu Pedrão, um marinheiro, ficou encantado com Djanira, morena dos olhos
verdes da região de Porto Calvo, produto da miscigenação da colonização
holandesa. O marinheiro gaúcho se apaixonou pela meiguice, o carinho, a ternura
e a beleza da alagoana. Prometeu tudo para ficar só com ele. Entretanto,
Djanira era a mais disputada entre os clientes da pensão. Pedro se mordia de
ciúme quando sua amada entrava no quarto com outro homem. O navio estava
esperando atracação para carregar açúcar. Pedro, o marinheiro, ficou oito dias
em Maceió, curtindo sua paixão. Djanira se sentiu amada realmente pela primeira
vez na vida, também se apaixonou. Na despedida Pedrão prometeu voltar, Djanira
acompanhou o navio cargueiro se afastar do cais levando seu amor, sua vida. As
amigas bem diziam que rapariga não pode, não deve se enrabichar. Toda manhã ela
descia à praia, contemplando o mar que levou Pedro, na esperança que um dia ele
devolvesse seu grande amor.
O tempo passou, a paixão de Djanira nunca.
Certa noite ela dançava com um jovem tenente na Boate Tabaris, de repente não
acreditou no que via. Pedro, alto, musculoso, vestido com camisa listrada, chapéu
panamá na cabeça, em pé à sua frente, um sorriso enorme de felicidade. Djanira
afastou o jovem tenente, correu feito uma louca, abraçou-se com Pedro. Os dois
choraram, se beijaram, se acarinhavam, olhando nos olhos. A paixão foi maior, o
amor venceu. No quarto, mais sossegado, Pedro contou sua decisão, abandonou a
marinha mercante, retornou à Maceió para tirar seu grande amor do cabaré. Tinha
uma meta na vida, casar, trabalhar, viver a paixão, viver Djanira, sua mulher
inesquecível.
Hoje, casal maduro, três filhos e dois
netos, vive no bairro do Vergel do Lago. Desde aquela época Pedrão trabalha
dirigindo caminhão. Sustenta a família com o suor de suas viagens. A sina de
Djanira é a ânsia da espera, das viagens, compensando o retorno com carinho e
amor. Tiveram cuidado, discrição e até orgulho ao contar aos filhos a origem de
sua história, uma bela história de amor.
O ESCRITOR OVÍDIO POLI JÚNIOR ESTARÁ PRESENTE NA FLIMAR E FLIMARZINHA
Ovídio Poli Junior é escritor, graduado em Filosofia (USP) e doutor em
Literatura Brasileira (USP). Foi um dos finalistas do Prêmio Guimarães Rosa/RFI
(Paris) e teve destaque em concursos e prêmios literários brasileiros:
Paranavaí, Paulo Leminski, Luiz Vilela, FLIPORTO, Unicamp 40 anos e Newton
Sampaio. Publicou O caso do cavalo probo (novela
satírica), Sobre homens & bestas (contos) e, para
crianças, A rebelião dos peixes. Ministra cursos,
palestras e oficinas de criação literária. É curador da Off Flip das
Letras e editor do Selo Off Flip.
PALESTRAS IMPERDÍVEIS DA VI FLIMAR ( 11 A 15 DE NOVEMBRO) MARECHAL DEODORO.
DIA 13 DE NOVEMBRO (SEXTA-FEIRA)
AUDITÓRIO DO ESPAÇO
CULTURAL
PROGRAMAÇÃO PALESTRAS
14:00 -
15:00 - "PALESTRA
- ALAGOAS E O CANGAÇO" - INÁCIO LOIOLA DAMASCENO FREITAS - MEDIADOR: FERNANDO
GOMES
PALESTRAS IMPERDÍVEIS DA VI FLIMAR
DIA 12 DE NOVEMBRO ( QUINTA-FEIRA)
AUDITÓRIO DO ESPAÇO
CULTUTAL
PROGRAMAÇÃO PALESTRAS
16:00 -
17:00 -"OS OLHOS CEGOS DOS CAVALOS LOUCOS" - IGNÁCIO LOYOLA BRANDÃO -
MEDIADOR: CÁSSO CAVALCANTE
DEU NA TRIBUNA HOJE
Fãs de literatura em Alagoas já podem começar a se familiarizar com as primeiras atrações da VI Festa Literária de Marechal Deodoro (Flimar). Apesar de ainda fazer suspense sobre o homenageado desta edição, que será realizada entre 11 e 15 de novembro, a comissão organizadora já divulgou uma programação provisória de Arte e Cultura no blog oficial do evento (www.6flimar.blogspot.com.br) e confirmou o nome de alguns convidados nacionais.
Andréa Maciel Pachá, Ignácio de Loyola Lopes Brandão, Claufe Rodrigues, Mônica Montone, o poeta Chico de Assis e as cinco bandas filarmônicas de Marechal Deodoro são algumas das atrações já confirmadas pelo curador da Flimar, Carlito Lima. Também a Flimarzinha, uma ação paralela voltada especialmente para as crianças, teve sua programação prévia já divulgada.
“A Flimarzinha é o nosso encanto, a coroação do nosso evento. É o grande incentivo para que a garotada descubra e se interesse pela leitura, que é o grande objetivo da Flimar, formar uma nova geração de leitores e iniciar uma revolução de cidadania na comunidade por intermédio da cultura, principalmente a leitura”, disse Carlito Lima.
Tomando conta das ruas do Centro histórico da cidade, orla lagunar, conventos, escolas e do Espaço Cultural Santa Maria Magdalena da Alagoa do Sul – antigo nome da cidade, quando foi a primeira capital do estado –, a Flimar vai contar, assim como nos anos anteriores, com palestras, workshops, mesas redondas, debates, exposições, música, teatro, dança, além de saraus de poesia na Casa-Museu de Marechal Deodoro e concertos de música clássica nas igrejas consideradas patrimônio de Alagoas.
Essa vasta programação ajuda a Flimar a avançar na divulgação do turismo cultural no município de Marechal Deodoro, potencializando também as belezas naturais da região. E, segundo Carlito Lima, a festa começa a colher seus frutos.
“Na Festa Literária Internacional de Paraty, a Flip, onde fui palestrar justamente sobre a Flimar e a nossa iniciativa em fazer um evento literário em Alagoas. Distribuí mil panfletos por lá, para fazer divulgação, mas me impressionei ao encontrar diversas pessoas que já conheciam ou tinham ouvido sobre a Flimar”, conta o curador.
Provas da consolidação da Festa Literária em Marechal, como aponta Milton Pradines, Gerente de Marketing e Relações Institucionais da Braskem, empresa que apoia a Flimar desde sua primeira edição. “A feira é um evento cultural extremamente importante para cidade de Marechal Deodoro e para Alagoas”.
quarta-feira, 12 de agosto de 2015
PALESTRAS IMPERDÍVEIS - VI FLIMAR
DIA 12 DE NOVEMBRO ( QUINTA-FEIRA)
AUDITÓRIO DO ESPAÇO
CULTUTAL
PROGRAMAÇÃO PALESTRAS
09:00 -
10:00 - "PALESTRA - O POETA
JAYME DE ALTAVILA 120 ANOS" - VERA ROMARIZ - JAYME LUSTOSA DE ALTAVILA.
MEDIADORA: EDILMA BOMFIM .
Vera Romariz
Jayme Lustosa de Altavila
Edilma Bomfim
MAIS UMA VEZ GAL MONTEIRO SERÁ A MESTRE DE CERIMÔNIA DURANTE A VI FESTA LITERÁRIA DE MARECHAL DEODORO.
MARIA DAS GRAÇAS MONTEIRO
Gal Monteiro é jornalista, produtora cultural, produtora,
apresentadora e editora do programa Vida de Artista, veiculado na TV e
rádio Educativa de Alagoas. Integra o Coretfal – Coralistas Associados; é
assessora de comunicação do Encontro Internacional de Coros em Alagoas (evento
bianual); e atua em vários movimentos culturais na cidade, como a Rede Alagoana
de Pontos de Cultura. É membro da Comissão Nacional de Pontos de Cultura. É pós-graduada
em Gestão Cultural pelo Ministério da Cultura / Universidade Federal Rural
de Pernambuco / Fundação Joaquim Nabuco. Publicou o livro de contos “Se eu
calar você me esquece; se eu contar, você me abraça?” por meio do prêmio
Alagoas em Cena, da Secult/AL. Tem conto publicado na coletânea organizada pelo
escritor Carlito Lima e a professora Edilma Bomfim, da UFAL. Foi redatora
do cerimonial e mestre de cerimônia da terceira, quarta e quinta edições
da Flimar.
MACLEIM ESTARÁ CANTANDO NA ABERTURA DA EXPOSIÇÃO DE PINTURA DE PEDRO CABRAL
MACLEM DAMASCENO CELESTINO
Cantor, arranjador, produtor musical e
autor de trilhas para teatro, Mácleim vem da linhagem dos Festivais Universitários, na
década de 80. Depois, seguiu para o Rio de Janeiro, onde estudou no Conservatório Villa Lobos e alternou
apresentações na noite com trabalhos em vários estúdios (Master, Drum, Verde).
Isso lhe deu a oportunidade de trabalhar junto a artistas importantes da música
brasileira, como Antonio Adolfo, Djavan, Elba Ramalho, Milton Nascimento, entre
outros.
Neste período além de trabalhar com
Antônio Adolfo em bários shows, fez a produção do disco Conexões do
mesmo. Ainda como produtor fonográfico, produziu os dois últimos discos do
alagoano Carlos Moura.
Para o teatro, compôs as trilhas das
peças: "A Farinhada“, “A Ilha Se Fez Verbo e Habitou Entre Nós”, Pluft o
Fantasminha, O Patinho Feio, O Acendedor de Estrelas e o musical “Uma Noite em
Tabaris”.
segunda-feira, 10 de agosto de 2015
UMA MESA DE DEBATE IMPERDÍVEL: JUÍZA ANDREA PACHÁ - PROMOTORA ANDREA NUNES E PROMOTORA VÂNIA LIMA
ANDREA PACHÁ - ANDREA NUNES - MEDIADORA: VÂNIA
CAVALCANTI LIMA.
PROMOTORA ANDREA NUNES
PROMOTORA VÂNIA LIMA
CONFIRMADÍSSIMO IGNÁCIO LOYOLA BRANDÃO
Ignácio de Loyola
Brandão nasceu em
Araraquara, SP, em 1936. Foi jornalista na cidade natal e indo para São Paulo
aos 21 anos, continuou a carreira. Trabalhou no jornal Ultima Hora, depois nas revistas Claudia, Realidade, Setenta,Planeta, Ciência e Vida, Lui e terminou
a carreira em Vogue. Atualmente
escreve uma crônica quinzenal para o jornal
O Estado de S. Paulo. Publicou até o momento 42 livros, entre romances
(Entre eles os best-sellers Zero, Não Verás
País Nenhum e O Anônimo Célebre)e
contos, crônicas, viagens, infantis e infanto juvenis e uma peça teatral . Em 2008 ganhou o prêmio Jabuti, como O Menino que Vendia Palavras,
considerado a melhor ficção do ano. Em 2011 lançou A Morena da Estação, crônicas sobre trens, ferrovias, estações.
Acaba de publicar Os Olhos Cegos dos
Cavalos Loucos, emocionante história que gira em torno de seu avô, com o
qual carregou uma divida a vida inteira. Para ele , literatura é sonho, paixão,
divertimento, prazer, viagem por mundos desconhecidos, terapia. Com sua filha
Rita, tem feito em pequenos teatros e nas unidades do Sesc o show Solidão No Fundo da Agulha, música e
literatura misturadas, experiência inédita.
ABERTURA DA VI FLIMAR DIA 11 DE NOVEMBRO ÀS 19:30
PROGRAMAÇÃO
DA ABERTURA
DIA 11 DE NOVEMBRO (QUARTA-FEIRA)
AUDITÓRIO DO ESPAÇO
CULTURAL
ABERTURA DA VI FLIMAR - AUDITÓRIO DO
ESPAÇO CULTURAL
18:30 - Recepção aos convidados
19:30 – Cerimônia de Abertura da VI
FLIMAR pelo Governador do Estado Renan Filho e o Prefeito Cristiano Matheus.
- Hino Nacional - À capela pela
cantora lírica Elvira Rebelo
– Palestra de abertura: A LITERATURA
E AS FESTAS LITERÁRIAS - Rosana de Mont' Alvene Neto ( 20 minutos)
- Momento de Arte: Recital JORGE DE
LIMA - Chico de Assis - Carla Nobre - José Inácio Vieira de Melo - Cosme
Rogério
O CANTOR MACLEIM ESTRÁ DANDO UM SHOW DURANTE A ABERTURA DA EXPOSIÇÃO DE PINTURAS DE PEDRO ACBARAL ÁS 18 HORAS DO DIA 12 NOV ( QUNTA-FEIRA)
Cantor, arranjador, produtor musical e
autor de trilhas para teatro, Mácleim vem da linhagem dos Festivais Universitários, na
década de 80. Depois, seguiu para o Rio de Janeiro, onde estudou no Conservatório Villa Lobos e alternou
apresentações na noite com trabalhos em vários estúdios (Master, Drum, Verde).
Isso lhe deu a oportunidade de trabalhar junto a artistas importantes da música
brasileira, como Antonio Adolfo, Djavan, Elba Ramalho, Milton Nascimento, entre
outros.
Neste período além de trabalhar com
Antônio Adolfo em bários shows, fez a produção do disco Conexões do
mesmo. Ainda como produtor fonográfico, produziu os dois últimos discos do
alagoano Carlos Moura.
Para o teatro, compôs as trilhas das
peças: "A Farinhada“, “A Ilha Se Fez Verbo e Habitou Entre Nós”, Pluft o
Fantasminha, O Patinho Feio, O Acendedor de Estrelas e o musical “Uma Noite em
Tabaris”.
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